A Engenharia Social: O Plano de Ricardo Pinheiro e Sueli Oliveira para Quebrar Rio do Sul e Bancar a Agenda Globalista de Imigração em Massa com o Seu Dinheiro

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Enquanto a população de Rio do Sul trabalha arduamente para manter suas famílias, pagar impostos e lidar com os desafios locais de infraestrutura e saúde caóticas, uma movimentação silenciosa na Câmara de Vereadores ameaça mudar para sempre a demografia e o destino orçamentário da cidade.

Trata-se do Projeto de Lei nº 72/2025, de autoria dos vereadores Ricardo Pinheiro e Sueli Teresinha de Oliveira, apresentado em 27 de agosto de 2025.

https://sapl.camarariodosul.sc.gov.br/media/sapl/public/materialegislativa/2025/376/2025_072_projeto_-_migrantes.pdf

Sob o pretexto de “humanitarismo” e “acolhimento”, o texto revela uma adesão irrestrita a agendas internacionais que colocam o cidadão local em segundo plano, transformando o município em um polo de atração para imigração em massa e multiculturalismo financiada pelos cofres públicos e por um lobby internacional progressista, cujo o único objetivo é apagar culturas locais e substitui-las por uma sub-cultura amorfa.

A Institucionalização do “Imã Migratório”

O Artigo 1º e o Artigo 3º do projeto não deixam margem para dúvidas: o objetivo é garantir acesso irrestrito a serviços de assistência social, saúde, educação, emprego e renda para qualquer pessoa que chegue ao município, seja nacional ou internacionalmente, a prejuízo do povo local, que vai ter que sustentar essa palhaçada.

Ao criar uma política oficial de “garantia de acesso”, os vereadores Ricardo Pinheiro e Sueli Oliveira enviam um sinal claro para fora: Rio do Sul paga a conta. Em um momento onde filas na saúde e vagas em creches são preocupações constantes dos moradores nativos, a prioridade legislativa parece ser inflar a demanda sobre esses serviços para colapsa-los, sem apresentar qualquer contrapartida de vantagem para a população local, além de dividir espaço com gente de fora, que não respeita a cultura local e traz problemas sociais.

A Conexão Globalista: Quem Manda em Rio do Sul?

O ponto mais alarmante não está no texto da lei, mas na sua Justificativa. Os autores admitem abertamente que a proposta visa alinhar Rio do Sul aos “Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS 10.7)” e ao “Pacto Global para uma Migração Segura, Ordenada e Regular”.

Isso significa que a política local não está sendo desenhada para atender aos interesses do povo de Rio do Sul, mas para cumprir tabelas de burocratas de organismos internacionais. O PL 72/2025 transforma a cidade em um laboratório de engenharia social progressista, onde o contribuinte local financia a implementação de uma agenda que ele nunca votou para aprovar.

Você sabia que Rio do Sul faz parte de um programa da ONU que visa trazer imigrantes em massa pra cá, com o objetivo de substituir a cultura e a população local? Confira no link:

https://brazil.iom.int/pt-br/news/plataforma-migracidades-tera-participacao-de-11-estados-e-56-municipios-em-2022

A participação de Rio do Sul no programa MigraCidades é um indicador claro de porque os políticos progressistas do município querem é importar populações de outros lugares para se beneficiarem politicamente.

Esta plataforma, desenvolvida pela Organização Internacional para as Migrações (OIM) em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), visa forçar governos locais aceitarem imigrantes de quaisquer partes do Brasil e do mundo, sem critérios claros de estudo de capacidade e aceitação da população local a essas medidas que defendem a imigração em massa.

A informação mais relevante para esta análise é a menção de que a iniciativa em Rio do Sul busca regularizar a documentação e oferecer orientações aos imigrantes através de “empresas parceiras”.

Embora os nomes dessas empresas não sejam divulgados publicamente, a existência dessa parceria confirma um canal formal ou semi-formal de comunicação e colaboração entre a administração municipal e o “setor privado local” com o propósito específico de empregar imigrantes, as custas das vagas não preenchidas pela população local.

Isso sugere que as empresas da cidade, provavelmente as de maior porte, mantêm um diálogo com a prefeitura e com esses órgãos, para facilitar esses processos de contratação e de substituição populacional.

O Custo e a Burocracia (Onde Mora o Perigo)

O Artigo 7º é curto e grosso: “As despesas decorrentes da execução desta Lei correrão por conta de dotações orçamentárias próprias”. Ou seja, o seu IPTU e os impostos locais.

Além disso, o Artigo 5º prevê a criação de um “mapeamento e cadastro de migrantes”. Na prática política, cadastros assistenciais são frequentemente o primeiro passo para a formação de currais eleitorais.

Ao tornar uma massa de pessoas dependente da “mão amiga” do Estado municipal para regularização e subsistência, cria-se um vínculo de gratidão que pode ser facilmente convertido em capital político nas próximas eleições.

O Que Está em Jogo?

Ricardo Pinheiro e Sueli Oliveira não estão apenas propondo uma lei de caridade; eles estão propondo uma alteração estrutural na finalidade do governo municipal e uma política de assistencialismo para estrangeiros, as custas do povo local. Ao invés de servir aos cidadãos que construíram a cidade, a prefeitura passaria a atuar como uma agência de fomento migratório.

Perguntas que precisam ser respondidas pelos autores do Projeto de Lei:

  1. Quantos leitos de hospital e vagas escolares serão necessários para atender a essa nova demanda induzida? Já não existe gargalo na saúde do município?
  2. Por que a prioridade é gastar recursos com a produção de “materiais informativos em diversos idiomas” (Art. 3º, IV) em vez de melhorar a comunicação e serviços públicos para os locais?
  3. O “combate à xenofobia” (Art. 3º, II) será usado como ferramenta para silenciar cidadãos que questionarem a sobrecarga dos serviços públicos, forem hostis a substituição populacional, e a falta de respeito com a cultura local, cometida por imigrantes?

O eleitor de Rio do Sul precisa estar atento. Políticas de substituição populacional e inchaço demográfico artificial começam exatamente assim: com palavras bonitas em um papel, assinadas por políticos socialistas e comunistas que não valorizam a cultura local, mas que acreditam que a caridade deve ser feita com o chapéu (e o bolso) alheio.

Ricardo Pinheiro e Sueli Teresinha de Oliveira deixaram clara a prioridade deles. Nas urnas e nas manifestações de opinião, o povo de Rio do Sul deverá deixar clara as suas.

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